É irrelevante que o miúdo loiro tenha acabado mal os seus dias, irrelevante para o simbolismo que este cartaz encerra, cujo destino dos seus actores, não belisca a essência do derrube da ditadura.
Mas é evidente que provavelmente como ele, muitos mais terão caído nas teias que a vida nos prepara e que o estado não protege.
Obrigado pelo teu post de agradecimento a Salgueiro Maia.
Que pena não me ter lembrado de o fazer.
De qualquer forma, ao interpelar Salgueiro Maia no dia 27 de Abril de 1974 (um sábado), no Largo da Misericórdia, em Lisboa, sobre um tempo que passou junto da minha companhia em Mansoa, na Guiné, em 1971/72, não estaria já eu a agradecer-lhe?
Foi para mim bastante grato verificar que o capitão Salgueiro Maia me reconheceu e me cumprimentou com afectividade, eu que era um apenas um cabo escriturário mas a quem Salgueiro Maia cumprimentava com simpatia e educação.
Comments
Simples, e muito bela esta mensagem.
Um @bração camarada e Viva Abril.
Zeca da Nau
Posted by: Zeca da Nau | abril 25, 2006 02:17 PM
Bem lembrado...
Um abraço,
Francisco Nunes
P.S.: O miúdo loiro, algo alegoricamente, acabou mal os seus dias.
Posted by: Planície Heróica | abril 25, 2006 07:23 PM
Também lembraste...Obrigada.
Um abraço ;)
Posted by: Poesia Portuguesa | abril 25, 2006 08:05 PM
É irrelevante que o miúdo loiro tenha acabado mal os seus dias, irrelevante para o simbolismo que este cartaz encerra, cujo destino dos seus actores, não belisca a essência do derrube da ditadura.
Mas é evidente que provavelmente como ele, muitos mais terão caído nas teias que a vida nos prepara e que o estado não protege.
Posted by: jgonçalves | abril 25, 2006 09:01 PM
Obrigado pelo teu post de agradecimento a Salgueiro Maia.
Que pena não me ter lembrado de o fazer.
De qualquer forma, ao interpelar Salgueiro Maia no dia 27 de Abril de 1974 (um sábado), no Largo da Misericórdia, em Lisboa, sobre um tempo que passou junto da minha companhia em Mansoa, na Guiné, em 1971/72, não estaria já eu a agradecer-lhe?
Foi para mim bastante grato verificar que o capitão Salgueiro Maia me reconheceu e me cumprimentou com afectividade, eu que era um apenas um cabo escriturário mas a quem Salgueiro Maia cumprimentava com simpatia e educação.
Posted by: António David | abril 25, 2006 11:04 PM