Estamos culturalmente mais pobres.
O senhor Fraternidade deixou esta vida.
O movimento de pesar é enorme.
Não tive o privilégio de conhecer pessoalmente o Fernando.
Mas tinha algum gozo em visitar o seu blog.
Aos familiares e amigos, a expressão da minha solidariedade nesta hora difícil.
(De cada vez que um “porta-bandeira” tombar, que outro a erga bem alto.
Só assim a vida e a morte fazem sentido.)