Vítimas de guerra
Alguém travará os Americanos, no seu deambular pelo mundo em busca de novos horizontes de negociatas?
Não, nem um cataclismo natural de proporções inusitadas o conseguirá.
Estamos assim, Americano-dependentes, como se houvéssemos sido injectados por poderosa droga.
A capacidade bélica, o desenvolvimento tecnológico colocado ao dispor dos novos senhores da guerra, torna-os imunes a qualquer eventual ataque exterior.
A mesma linha de pensamento terá de ser alterada, quando se olha para o interior da própria América.
Um mar imenso de dinheiro, é anualmente gasto no desenvolvimento de novas armas de ataque e defesa, enquanto os compromissos Mundiais, contra a fome e a doença, são esquecidos pelos Americanos.
A sua presença em tudo quanto é País, não assumidamente “Americano-democrático”, pauta-se pela intriga, pela quezília, pela corrupção, pela mentira, pela guerra.
Antagónicamente, regimes ditatoriais não “hostis”, são incentivados na sua caminhada sinuosa contra as suas próprias populações.
O hábito não faz o monge, mas as histórias do passado recente indicam sem graça, que estará eminente mais uma acção bélica, contra uma nação que se marginalizou segundo os conceitos Americanos.
Apenas a população Americana poderá travar a marcha da máquina de guerra.
Se o não conseguir, se não a quiser parar, pode ir preparando os festejos de mais uma vitória militar e simultaneamente cavar as sepulturas de muitos dos seus filhos, mais no pós do que no durante.
Comments
concordo, a grande oposição contra este poder só tem resolução interna...
Posted by: hammer | maio 11, 2006 06:25 PM
"e pur se muove"...
Julgo ser "interessante" o que se passa na América latina...
Posted by: heretico | maio 11, 2006 06:51 PM