Infantilintifada
No “Cavaquistão” é assim.
Os Mouros são outros, os Sionistas os mesmos, as pedras são de outras Ruas.
Continuação aqui
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« maio 2006 | Main | julho 2006 »
No “Cavaquistão” é assim.
Os Mouros são outros, os Sionistas os mesmos, as pedras são de outras Ruas.
Continuação aqui
para todos os Portugueses.
Medida avançada pelo governo já (in)devidamente contestada por órgãos sindicais do sector dos correios, que temem redução de postos de trabalho.
Meus amigos, então não está bem de ver, que esta aplicação vai servir precisamente o inverso dos vossos temores?
Senão vejamos.
As estações dos CTT vão obrigatoriamente ter horário de abertura alargado, para lá das 20 ou mesmo 21 horas.
Das cerca de mil estações dos CTT que ainda não encerraram, vão imprescindivelmente ser criadas outras tantas, de forma a garantir o acesso em igualdade de circunstâncias a todos os Portugueses e Portuguesas.
Que não temam qualquer tipo de segregação os Portugueses e Portuguesas que vivem lá bem no interior Transmontano ou Alentejano (só para citar dois exemplos), pois estará certamente nas ideias dos governantes, a dotação de computador portátil e impressora aos novos carteiros, que em viaturas próprias se deslocarão entre montes e montados.
E menos receios devem ter ainda da falta de sigilo na correspondência assim recebida pois a idoneidade e profissionalismo dos carteiros não é a toda a prova?
A questão da identidade nacional, dos símbolos nacionais, meus amigos, é para respeitar.
Se é verdade que não gostamos de reacções menos abertas em países de acolhimento, face a manifestações dos nossos emigrantes, não é menos verdade, que não devemos gostar desse tipo de reacções quando em solo pátrio.
É claro que o exemplo do Luxemburgo teve eco na Madeira, só podia.
Mas eu sou definitivamente a favor do respeito pelos símbolos nacionais, não que estes alguma vez tenham contribuído para a minha subsistência, nem sequer para a minha sobrevivência.
Mas entendo que eles são a minha identidade natural, nunca troquei a bandeira nacional Portuguesa, por nenhum trapo, seja de que cor for.
Parece claro e já por aqui o referi, que uma coisa é os símbolos nacionais e outra completamente distinta, a posição esquisita de quem os devia salvaguardar e apenas deles se serve, para alimentar vícios de posição.
O aproveitamento comercial, seja a que titulo for da bandeira nacional, deve ser condenável, condenado e abolido.
Da mesma forma que o deve ser, quem à sua sombra, cria proveitos próprios.
Claro que não tenho nenhuma bandeira dependurada na janela ou varanda, nem sequer ondulando no automóvel que diariamente utilizo.
É óbvio que fiquei satisfeito com o resultado da equipa nacional de futebol ontem obtido, mas isso apenas deve comprovar que os intervenientes nacionais Portugueses cumpriram a sua parte no contrato e que eu enquanto Português me regozijo com o profissionalismo demonstrado.
Daí não resultou, para além da natural satisfação de Português, nenhuma corrida ao supermercado ou ao stand automóvel.
E não é por isso que me sinto Português de segunda.
Também publicado aqui
Onde o céu já não é azul.
Onde o Sol se oculta como que envergonhado e uma brisa leve sacode os ramos das acácias.
Nem o chilrear das aves quebra o silêncio dos fantasmas envergonhados, que um pouco por todo o lado comigo se cruzam sem parar.
É Domingo na minha cidade e creio que em muitas outras, onde também há quem se sinta só rodeado de uma multidão viva que se agita sem sentido.
Bato suavemente as teclas desta máquina real que no virtual me oferece horizontes nunca esperados.
Sente-se no ar uma atmosfera irreal, varandas aqui e ali ponteadas de verde e vermelho, numa identidade quase perdida, num desejo insatisfeito, numa quimera planetária.
A explosão acabará por vir, sem porvir de encantos, sem contornos de futuro.
Esta noite acordei, nem sei bem que horas seriam, alagado nuns suores esquisitos.
Não que fizesse um calor por aí além, ou que a minha eterna companheira, gira-se algum comportamento com menos decoro.
Sei apenas que a minha respiração até estava normal, sinais que nenhuma anormalidade teria despertado a minha adrenalina.
Logo fiquei receoso, temendo que alguma deficiência desconhecida urdisse algum trauma menos conhecido.
Hoje foi um dia convulsivo, apreensivo até, pensei até ir ao médico indagar dos meus queixumes.
Mas cedo desisti, não porque daqueles haja falta notória, apenas porque entendi que outros carenciados, por ventura muito mais do que eu, têm direito à tão ansiada senha para uma consulta.
Espero, que depois de um banho de água fria antes da deita, me permita dormir hoje sem calafrios nem suores.
PS.
Tenho guardado em vídeo, as criticas do M&M a este governo, devem servir de linimento caso ocorra algum sobressalto…
Acabar com os feriados religiosos
Brincadeira de mau gosto
Apenas uma forma nova de gozar com os Portugueses
Ou o restolho de um miúdo intranquilo…
Escolham vocês.
Poderá tratar-se de um choque de legitimidades, ou tão só um ataque sinuoso a um jovem país.
A história pode até nem se repetir, mas todos os sintomas apontam nesse sentido.
Timor-leste, mal se “livrou” dos Portugueses, embarcou numa sangrenta batalha abrindo as portas à ocupação do seu território por outra potência colonizadora, com a supervisão dos E.U.
Será esse lado da história, a par de muitos oportunismos estabelecidos, que têm viciado aquela jovem “Democracia”.
Servir o povo (aquele povo mártir) não é tarefa para quem o afirma, mas apenas para quem o respeita.
Os novos senhores têm aproveitado a ignorância de tantos anos de servilismo, para estabilizarem as suas contas bancárias e essas benfeitorias tornam-se em cobiça.
Mais uma vez o povo será (mal) utilizado para fazer vingar a sua própria desesperança.
A esperança de vida é isso mesmo, apenas uma esperança.
Uma esperança, diariamente contrariada pelas constantes subjugações do homem e mulher aos malefícios de uma sociedade, que se recusa por vontade própria, em ser solidária com quem toda uma vida se sacrificou por um nico de dignidade na velhice.
Não bastava já o abandono a que são votados muitos dos nossos idosos, pela própria família.
Não bastava já a lenta agonia, de quem desespera pela resolução dos seus traumas físicos e ou psíquicos, sempre adiados por um qualquer ministro da saúde e seus correligionários.
Teria logo agora, um governo dito socialista, pouco preocupado com a dimensão das listas de (des)espera(o) para cirurgias e consultas, de adiar, diria, quase maleficamente, o direito a uma pausa mais do que justa na dura luta pela sobrevivência, na idade certa.
Esperança de vida e se a morte sobrevive a essa esperança, que andámos por cá a fazer?
O presidente Cavaco tem apelado, nos espaços que tem visitado, pela inclusão, pela concórdia.
Seria bom, deslocar-se à Azambuja e proferir tal discurso aos patrões da GM.
Já entendi parte desta anomalia.
Um servidor a passo de caracol vivo.
E cadê os pastores de caracóis???
PS:
Vou apagar as entradas repetidas que o servidor me foi informando não entrarem...
Mas só quando passar a irratação.
Dada a impossibilidade de colocar o postal abaixo transcrito, para surpresa minha, não é que aparecem três entradas com esse título no weblog.com.pt.
É tempo de se colocar um ponto final nesta coisa do portal Weblog AEIOU
nos tratar tão mal.
Há uma dificuldade quase sistemática, em aceder ao lado privado dos nossos blogs.
Enquanto estou a escrever este postal, estou a tentar colocar a entrada onde alerto para a dificuldade em comentar no “arre, que é demais”
Tenho como retorno, uma mensagem que dá conta que há uma anomalia no servidor.
Fui verificar, a entrada afinal entrou, a mensagem de erro está errada.
Irra que isto é demais!!!
Se os senhores do AEIOU pretendem afastar o pessoal, digam-no claramente!
Esta foi uma tentativa de colocar um comentário no Arre, que é demais
E não é que é demais mesmo!!!
Erro na submissão de comentário
O seu comentário falhou pelas seguintes razões:
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As frustrações próprias da cobardia ou da falta de fulgor de cada indivíduo, não podem procurar encontrar substituto num grupo de cidadãos, que embora pagos a peso de ouro, não escondem as mesmíssimas fraquezas dos cidadãos anónimos.
Isto a propósito da “esperança” depositada na selecção nacional Portuguesa de futebol.
Aquilo que a generalidade dos Portugueses mais ambiciona, da prestação da dita selecção, é um tónico para as suas próprias fraquezas individuais e colectivas.
Seria uma lufada de inteligência, se todos os comentadores desportivos e suas muletas, desta realidade tomassem consciência.
Quando se perde um ente querido não fica o vazio da não existência de um diálogo, fica a saudade, fica na memória uma palavra de conforto, nos olhos um lágrima teimosa, intimamente uma dor sem reflexo, um olhar terno, a antever a inevitabilidade da partida.
Quando se perde um companheiro de aventuras, de cumplicidades, um companheiro com quem falamos uma linguagem diferente, um amigo pouco exigente e muito cúmplice, um ser vivo que nos rodeia de muitos carinhos, que nunca regateia o favor de uma carícia, que fica triste quando entristecemos, que late baixinho quando adoecemos, que se esconde quando adoece, que nos olha fixamente com um olhar terrificamente vazio, antevendo a inevitabilidade da sua ida.
Fica eternamente a saudade dos seus latidos, das suas carícias, da sua convivência sadia com toda a vizinhança, da sua fidelidade canina, da sua beleza mesmo na hora da morte, uma calma que pretende preencher o vazio que a sua ausência vai provocar.

Como diz a minha filha e com muita razão, "foi uma companheira diária durante onze anos, sem nunca nada exigir, sem nunca ferir ninguém, sem menosprezar quem com ela convivia, sem atentar contra a dignidade de ninguém.
Infelizmente apesar da nossa faculdade em perdoar, nem sempre o conseguimos na plenitude da nossa vontade, face a antagonismos de gente da nossa igualha".
Fica mais vazia a minha casa, com a partida desta companheira que tantas alegrias nos concedeu talvez em jeito de paga pelo amor que lhe dedicámos.
Sucede o corrimento de um vazio que nos amarra o cérebro.As raivas, os ódios os amores, as paixões, envolvem-se num turbilhão de murmúrios, desenvolvem uma atracção magnética para o irracional, soltam o animal que há em cada um. Abana-se o crânio numa tentativa de o libertar agitando-o, mas o turbilhão é já quase ensurdecedor.
Pois é, nem sempre encontramos o espírito limpo, ágil.
E para que serve o martírio.
Diariamente somos confrontados com o espezinhar dos nossos direitos, com o esbanjar dos nossos deveres, com a negação da pátria que apesar de tudo todos amamos.
Conspurca-se a lei fundamental.
Conspurca-se a Bandeira Nacional.
Em nome de interesses;
Mercantilistas
Individuais (de castas ou classes).
Orgulho de ser Português, sim tenho aqui e sempre.
Mas o mesmo sentimento não engloba quem nos tem vendido a pátria a metro, não abarca quem à pátria vem sonegando o seu direito à identidade e independência.
Orgulho de ser Português sim! Repito-o.
Mas desprezo total e irreversível por quem podendo, pago para isso, sistematicamente a pátria vilipendia.
parente pobre do homem de Neandertal.
“O Governo vai obrigar 2500 desempregados que estejam inscritos nos centros de emprego e beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) a trabalhar na limpeza de matas e manutenção de infra-estruturas no âmbito do combate aos fogos florestais.”
(Mão-de-obra altamente qualificada a preços de saldo.)
(O despacho visa promover os programas ocupacionais (POC) no quadro do mercado social de emprego.)
De meio milhão de desempregados, apenas 2500 são considerados aptos para trabalharem no campo, aos restantes estará traçado o destino, “prestação de serviços na Administração central e regional.”
Sem descontos por parte do trabalhador, sem descontos por parte da entidade empregadora….
O governo terá toda a razão quanto há baixa ocupação prevista para a zona do Alqueva.
(O ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, Nunes Correia, assegurou hoje que a ocupação para fins turísticos na bacia do Alqueva terá uma "baixíssima densidade", que será inferior a quatro habitantes por hectare.) SIC
15 Mil camas na vertical (sobrepostas), será certamente muito menos que 15 mil campas na horizontal.
Aliás não é a Comissão Europeia e os seus aliados em Portugal, desde os tempos de ruim lembrança de Cavaco Silva, que têm vindo a trocar a agricultura Lusitana, pela Espanhola e outras?
De que é que os Alentejanos se podem queixar..?
Qualquer cidadão na plenitude dos seus direitos sociais, se pode (deve) sentir ludibriado, com tantos juramentos de fidelidade à Constituição, quer por parte de Presidentes da Republica, quer por parte de outros órgãos de soberania.
Se nas tomadas de posse, eles até juram por sua honra, defender e fazer cumprir a Constituição.
Quando na realidade esta lei fundamental da Republica Portuguesa é “atropelada”, omitida, vilipendiada, que restará daquela honra..?
Artigo 46.º (Liberdade de associação)
1. Os cidadãos têm o direito de, livremente e sem dependência de qualquer autorização, constituir associações, desde que estas não se destinem a promover a violência e os respectivos fins não sejam contrários à lei penal.
2. As associações prosseguem livremente os seus fins sem interferência das autoridades públicas e não podem ser dissolvidas pelo Estado ou suspensas as suas actividades senão nos casos previstos na lei e mediante decisão judicial.
3. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação nem coagido por qualquer meio a permanecer nela.
4. Não são consentidas associações armadas nem de tipo militar, militarizadas ou paramilitares, nem organizações racistas ou que perfilhem a ideologia fascista.
Razões passionais elevaram a crendice ao absurdo.
Como se não fosse suficiente a existência de um Deus, haveria que fomentar a existência de um Cristo.
Pouco satisfeitos, sentiram ainda a necessidade de dar corpo ao “contraditório” na figura “horrenda” do anticristo.
Poderia ser hoje o dia do “renascer” dessa figura medieval, que ainda assusta na era da explosão tecnológica.
Algumas futuras mamãs, temem que os filhos que aconchegam no útero nasçam neste dia e sejam eles a “reincarnação do mal”.
Mas não será assim, nem sequer será a “reencarnação do bem”.
A vida que cada um poder, quiser e souber oferecer aos seus filhos, será a rota mais próxima, entre o bem e o mal.
Claro, que as diversas fases da evolução, educação e formação serão fundamentais para definir o carácter de cada individuo.
Isto apenas e nada mais.
Este Blog onde tenho um gozo do caraças em escrever/descrever tudo quanto me aparece em contra mão, não é felizmente um blog de referência.
Pois se o fosse, começaria por ficar desconfiado com tantas intromissões no aparelho interno, que não genital do mesmo.
Alertado por um amigo destas paragens, acabei por constatar que alguém do portal ou alguma encomenda pouco esclarecida, acabou banindo o IP que segundo os “donos” do portal permite o acesso a criticas, abraços, etc. de cada desabafo meu neste blog.
Como tenho plena consciência que nada manobrei nestes últimos dias, que pudesse de algum modo contribuir para esta exclusão, fico cismando se estarei em atraso com alguma prestação do meu aluguer deste site.
Nesta conformidade, vou remeter o conteúdo este desabafo aos senhores do portal afim de perceber a origem da anomalia, aproveitando para solicitar a compreensão de todos quantos fazem o favor de visitar esta minha/vossa casa.
Depois da publicação do depoimento anterior, escutei na RTP um artigo sobre uma Escola em Faro, onde passe a analogia, os professores demonstram ter “faro” para alguns dos problemas manifestados por alguns alunos.
Esta coisa da generalização tende sempre a provocar desatinos.
Mas quando o que está em causa é um sistema antiquado, quase sempre menosprezado, sofrem todos os intervenientes.
Nem as afirmações dos responsáveis governamentais, fazem juízo sobre a generalidade das escolas, nem exemplos deste tipo, elevam a dignidade da generalidade de agentes escolares e seus beneficiários.
Todos acabamos por criticar, na exacta medida em que igualmente o votamos ao abandono, o sistema de ensino nas últimas décadas em Portugal.
É conhecida a necessidade de muitos licenciados em arranjar colocação (emprego) na área que pré estabeleceram como a ideal para as suas aptidões ou necessidades.
A falta desta, ou a sua escassez, empurrou muitos jovens para o ensino.
É igualmente notória a inaptidão de muitos encarregados de educação para o cargo que na generalidade, emblematicamente assumiram.
Mas todos temos consciência que o divórcio existe entre a Escola/Sociedade/Professores/Alunos/Encarregados de educação.
Há um grupo de trabalho, que se assume como o da mudança, desta feita alojado no Ministério da Educação, que tem demonstrado, para lá de alguma falta de tacto, quiçá de excesso de absolutismo, uma vontade de mudar.
Aos órgãos representativos dos professores, caberia em primeira-mão, promover as alterações (por demais evidentes) em jeito de pacotes de proposta.
Não durante esta legislatura, se calhar nem durante a anterior, mas talvez numa das anteriores.
Para alguma coisa haveria de servir um número superior a 35 mil professores, efectivos ou não.
O que sucede quando “adormecemos” à sombra do lugar “conquistado” é que este tende a ser abanado quando surge alguém com alguma coragem, que para lá de alguma ignorância, demonstre uma vontade de mudança.
Bem sei que o factor económico tende a pesar na maior parte das decisões de quem assumiu o “fardo” de governar.
Mas se nada for feito, de forma a contrariar aquela visão economicista do ensino, nada acabará por ser realizado de palpável para o futuro da geração estudantil.
Os resultados do divórcio Escola/Sociedade acabam sempre por se reflectir no divórcio Professores/Alunos, tanto pela falta de motivação de uns como de outros.
As questões de produtividade, apontadas como barreira que se opõe ao desenvolvimento sustentável, não passa de uma mentira que vem ganhando raízes.
Tomemos como exemplo a situação criada pela administração da GM em Portugal.
Segundo dados pouco fiáveis, mas quiçá realistas, a produção dos carros em Portugal por aquela marca, saem mais caros qualquer coisa como 500 euros.
Aferidos não em relação à Alemanha, nem sequer à França, nem tampouco a Espanha ou à Grécia ou até mesmo à Turquia, talvez nem mesmo em relação à Letónia.
A velha questão tem muito pouco a ver com artifícios de produtividade, mas muito mais com o valor do preço hora praticado em determinados países.
O que significa, que ou os trabalhadores da Opel (GM) Portugal aceitam reduzir os salários, e/ou o governo Português oferece algumas mordomias, ou a GM muda a produção para outro País onde os salários são muito mais baixos, ainda (por agora) no quadro da CEE.
Já que não é muito crível que a marca em causa, tencione instalar a produção na China…
A prometida reforma na Administração Pública, começa com o imobilismo na mobilidade dos seus trabalhadores.
Na prateleira, colocar alguns trabalhadores na prateleira não vai resolver a situação de falta de qualidade e falta de eficiência na generalidade dos serviços públicos.
Há trabalhadores em excesso na Administração Pública?
Provem-no!
Deixando de recrutar trabalhadores em regime precário, inscritos nos centros de emprego, a receberem subsídio da Segurança Social e a trabalharem em organismos da Administração Central ou Local a troco de nada mais.
Provem-no!
Deixando de recrutar trabalhadores em regime precário, a recibo verde.
Rotatividade sim!
Tendente a acabar com compadrios, falta de eficiência, vícios de habituação, estagnação face aos desafios das novas tecnologias por errónea formação.
Rotatividade sim!
Com formação adequada de quadros superiores, de quadros intermédios, de simples trabalhadores.
Com actualização eficaz dos sistemas (programas) de gestão dos diversos serviços públicos.
Rotatividade sim!
Entre serviços do mesmo Ministério, entre serviços similares ou distintos em outros Ministérios.
Na prateleira, vão acabar por se “sentar” alguns dos melhores trabalhadores da Administração Pública, aqueles que mais têm lutado quotidianamente por alterar este estado de coisas e que podendo, beberão da “água pública e da privada”.
Dia mundial da criança.
Por toda a terra (planeta) se olha para este dia, não como um dia benigno, mas como uma chatice.
Uma chatice, “um quarto das crianças deste mundo terem um peso muito baixo para sua idade”
Outra chatice as crianças em perigo no “corno de África”
Ainda uma outra chatice, “ crianças excluídas e invisíveis”
A continuação da chatice, no “Sri Lanka”
Estes podem ser os casos mais problemáticos detectados pela UNICEF.
Mas todos, ou quase todos, temos conhecimento de outras problemáticas envolvendo crianças, que obviamente não nos passando despercebidas, tornam-se invisíveis ante a nossa indiferença.
O desafio que (num momento de ternura própria da situação vivida agora) vos deixo, é que não calem, antes pesquisem e alertem para todos os casos de maus-tratos em crianças de que tenham ou venham a ter conhecimento.
Façam-no nos vossos blogues e na falta deste meio de divulgação escrevam, escrevam um mail para o “querem é mama” e deu darei toda a divulgação possível.
Não é demais, nem sequer gratuito afirmar “as Crianças são o melhor que há no Mundo”, há é que as preservar e defender.