Tropas Americanas no Libano
O abutre prepara-se para enviar tropas Americanas para o Líbano
Diz, “ para defender interesses de cidadãos Americanos”
Foto daqui
Neste mapa, o interesse Americano
O abutre prepara-se para enviar tropas Americanas para o Líbano
Diz, “ para defender interesses de cidadãos Americanos”
Foto daqui
Neste mapa, o interesse Americano
A questão da identidade nacional, dos símbolos nacionais, meus amigos, é para respeitar.
Se é verdade que não gostamos de reacções menos abertas em países de acolhimento, face a manifestações dos nossos emigrantes, não é menos verdade, que não devemos gostar desse tipo de reacções quando em solo pátrio.
É claro que o exemplo do Luxemburgo teve eco na Madeira, só podia.
Mas eu sou definitivamente a favor do respeito pelos símbolos nacionais, não que estes alguma vez tenham contribuído para a minha subsistência, nem sequer para a minha sobrevivência.
Mas entendo que eles são a minha identidade natural, nunca troquei a bandeira nacional Portuguesa, por nenhum trapo, seja de que cor for.
Parece claro e já por aqui o referi, que uma coisa é os símbolos nacionais e outra completamente distinta, a posição esquisita de quem os devia salvaguardar e apenas deles se serve, para alimentar vícios de posição.
O aproveitamento comercial, seja a que titulo for da bandeira nacional, deve ser condenável, condenado e abolido.
Da mesma forma que o deve ser, quem à sua sombra, cria proveitos próprios.
Claro que não tenho nenhuma bandeira dependurada na janela ou varanda, nem sequer ondulando no automóvel que diariamente utilizo.
É óbvio que fiquei satisfeito com o resultado da equipa nacional de futebol ontem obtido, mas isso apenas deve comprovar que os intervenientes nacionais Portugueses cumpriram a sua parte no contrato e que eu enquanto Português me regozijo com o profissionalismo demonstrado.
Daí não resultou, para além da natural satisfação de Português, nenhuma corrida ao supermercado ou ao stand automóvel.
E não é por isso que me sinto Português de segunda.
Também publicado aqui
Esta noite acordei, nem sei bem que horas seriam, alagado nuns suores esquisitos.
Não que fizesse um calor por aí além, ou que a minha eterna companheira, gira-se algum comportamento com menos decoro.
Sei apenas que a minha respiração até estava normal, sinais que nenhuma anormalidade teria despertado a minha adrenalina.
Logo fiquei receoso, temendo que alguma deficiência desconhecida urdisse algum trauma menos conhecido.
Hoje foi um dia convulsivo, apreensivo até, pensei até ir ao médico indagar dos meus queixumes.
Mas cedo desisti, não porque daqueles haja falta notória, apenas porque entendi que outros carenciados, por ventura muito mais do que eu, têm direito à tão ansiada senha para uma consulta.
Espero, que depois de um banho de água fria antes da deita, me permita dormir hoje sem calafrios nem suores.
PS.
Tenho guardado em vídeo, as criticas do M&M a este governo, devem servir de linimento caso ocorra algum sobressalto…
Sucede o corrimento de um vazio que nos amarra o cérebro.As raivas, os ódios os amores, as paixões, envolvem-se num turbilhão de murmúrios, desenvolvem uma atracção magnética para o irracional, soltam o animal que há em cada um. Abana-se o crânio numa tentativa de o libertar agitando-o, mas o turbilhão é já quase ensurdecedor.
Pois é, nem sempre encontramos o espírito limpo, ágil.
E para que serve o martírio.
Diariamente somos confrontados com o espezinhar dos nossos direitos, com o esbanjar dos nossos deveres, com a negação da pátria que apesar de tudo todos amamos.
Conspurca-se a lei fundamental.
Conspurca-se a Bandeira Nacional.
Em nome de interesses;
Mercantilistas
Individuais (de castas ou classes).
Orgulho de ser Português, sim tenho aqui e sempre.
Mas o mesmo sentimento não engloba quem nos tem vendido a pátria a metro, não abarca quem à pátria vem sonegando o seu direito à identidade e independência.
Orgulho de ser Português sim! Repito-o.
Mas desprezo total e irreversível por quem podendo, pago para isso, sistematicamente a pátria vilipendia.
Será assim a modos que uma cenoura luzidia, entregue aos encarregados de educação para desconsolo de muitos professores.
Não sei o que estes temem nesta prometida avaliação.
Mas estou certo que os melhores professores vão continuar a ter os melhores alunos.
Que os professores mais novos vão continuar a ter os alunos mais problemáticos.
E a vida continua…
(Com um pedido de desculpas ao Sérgio Godinho)
O Dr. Marques Mendes, entrevistado para o Telejornal, mostrou-se algo nervoso.
Será que temia perder as directas???
(parafaseando Carlos TÊ e Rui Veloso, com um pedido de desculpas a ambos)
Roendo uma laranja na falésia
Olhando o futuro à minha frente
Ouvindo um rouxinol da miséria
No quotidiano da minha gente.
Em baixo fogos trémulos das reformas
Ao largo as águas brilham como pratas
E a brisa vai contando novas formas
De acordos e negociatas de piratas.
Havia um pessegueiro na ilha,
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem por amor se matou novo
Aqui no lugar de Porto Covo.
A lua já desceu sobre este rapaz
E brilha apontando o cruzeiro
Onde se promete e nada se faz
Deixando o povinho sem dinheiro.
Ao longe a chama trémula num pavio
Apaga-se no mar como num desejo
De torcer à viva força o destino
Traçado por políticos sem traquejo.
Havia um pessegueiro no País
Plantado por um povo tão feliz
Que dizem por liberdade se finou
Aqui no lugar onde estou.
Roendo uma laranja na falésia
Quebrando uma rosa desmerecida
Podia ser um sonho de modéstia
Acaba sendo um grito de partida.
Na aparência, esta antiga questão da “falência” da Segurança Social, é um assunto de fácil resolução.
Não no modo, nem sequer na geminação de poções mágicas, que diversos governos têm procurado( iludir-nos) produzir
Estou recordado, da dívida que o governo de má memória, de Marcelo Caetano, contraiu para financiar as guerras de África, junto da Segurança Social de então, que julgo chamar-se nessa altura Caixa Nacional de Pensões.
Mas não vem ao caso presente, porque aquilo a que se assiste hoje, de há 32 anos a esta parte, é a irresponsabilidade (oportunismo) dos diversos governos, que deitando mão dos fundos da Segurança Social, para fins que lhe não seriam próprios, se absteve de financiar o “Estado Previdência”, financiando tudo quanto é pensão social com as verbas cativadas junto dos trabalhadores no activo e das suas entidades patronais, descapitalizando irremediavelmente a Segurança Social.
Curioso é verificar que os doutos “Patrões dos Sindicatos” se calam perante esta verdade incontestável.
E pouca relevância tem, os que agora estão contra o estado previdência, pois esquecem-se, que é com os dinheiros dos nossos impostos que estas animalárias se vêm alimentando, sobrando muito pouco para as inquestionáveis funções Sociais do Estado e mais grave, roubando todos quantos ao longa da sua vida muito contribuíram na expectativa de sobrevirem a uma velhice merecida.
Quem de algum modo, julga entender as “boas intenções deste ou de qualquer outro governo, sobre a Sobrevivência da Segurança Social à margem da realidade, estará olhando o Sol com uma peneira e cegará quando menos espera.
Não basta obrigar os faltosos a cumprirem em pé de igualdade com os que cumprem, os governos têm sido um sorvedouro dos dinheiros públicos e não hesitam em distribuí-lo por todos quantos não são carenciados, em prejuízo dos que mais cumprem e mais carecem.
A confirmarem-se as projecções, Romano Prodi será o próximo primeiro-ministro Italiano.
Isto significa, que alguém pode ir plantar cannabis, sobre as cinzas dos Democratas vitimados pelos correligionários “camisas negras”do sr. Berlusconi.
Uma onda de histerismo tem nos últimos dias invadido a Europa.
As actividades “secretas” deviam passar despercebidas aos olhos/ouvidos do cidadão comum.
Mas por vezes, sentidos existem que passam a rumores, que cedo se transformam em verdadeiros histerismos.
Afinal as actividades anti sociais, anti direitos humanos, antidemocráticas da CIA são por demais conhecidas de todo o Mundo, mas parece que só algumas falam mais alto.
Por detrás de qualquer Pinochet, qualquer Shuarto, qualquer Videla, qualquer Fujimori, qualquer Bocasa, qualquer Idiamine há sempre uma mão cheia de ódio, de dólares dos Americanos e do seu braço desestabilizador a CIA.
A opinião pública agradece todos os esforços da comunidade Europeia em esclarecer mais esta tropelia do “amigo” Americano. Mas mais agradeceria se isolassem esse falso amigo, no campo militar e na gestão dos seus (deles) direitos sobre os destinos dos outros povos.
Aparecem como por acaso, saídas de discursos bem delineados, estudados por mestres da comunicação e ficam pairando sobre as cabeças dos Portugueses como meras “gaffe”.
Não cabe no entendimento do menos formado dos Portugueses, que um douto professor troque os nomes de Instituições Nacionais (que se conhecem, aprendem nos bancos da primária), que demonstre não saber a que eleição afinal se candidata.
Fica esclarecido, que o homem já sabe que não será nunca reconhecido por aquilo que pretende afirmar que fez, mas sim pelos erros de prestidigitador falhado…
Aníbal Cavaco Silva
Três nomes em sequência regular...
Aníbal é Aníbal
Cavaco é d’uma árvore.
Silva é só apelido.
Até aí está tudo bem.
O que não faz sentido
É o sentido que isso tudo tem.
In "querem é mama"