Main

julho 20, 2006

Um burro de saias...?

Querer fazer bem, não é sinónimo de bem-fazer.

Esta maioria, consolidada no peso dos votos que os Portugueses lhe concederam, não tem necessidade de ser arrogante.
Bastaria ser apenas maioria.

Humilde, activa, profícua, naturalmente contestada, mas acima de tudo honesta.

Não basta reconhecer os erros dos outros, é necessário mais do que os apontar demonstrar capacidade para os solucionar de forma não repetitiva mas definitiva.

Aquilo a que se assiste, nomeadamente no ensino, é quase um retorno ao velho Justino.
Mas agora de saias….


julho 17, 2006

Uma solução de merda

Para o “guru” da luta “antiterrorista”, a chave da solução para o médio oriente está encontrada.
Não se trata de uma solução politica.
Nem sequer humanitária.
Muito menos de respeito pela soberania de uns contra a ocupação de outros.
Afinal e como nos vem habituando desde há muito, é uma solução de merda…

“O que eles precisam de conseguir é que a Síria faça com que o Hezbollah pare de fazer tanta 'm...', e tudo acaba», acrescentou Bush, sem especificar a quem se referia” (inDD)

Mas nós sabemos….


julho 11, 2006

Sinergias presidenciais (e mais)

Quem por qualquer racionalidade, ou perdoem, qualquer irracionalidade, ainda teime em observar jogos de futebol profissional, como uma dádiva dos deuses, só pode mesmo andar muito distraído.

Não entrei naquele grupo, que desde cedo considera a religião como o ópio do povo, nem sequer naquele outro, que perfilhava a etimologia, dos 3 Efes (F).

Mas pressinto que as sinergias louvadas por gente muito mais “culta” e até com formação académica superior à que detenho, não passam de meras burrices, que hoje tal como ontem, nos tentam iludir sobre as magnitudes do futebol enquanto esperança de vivência.
continua AQUI

julho 06, 2006

Eles não vêem, ou mais grave, fingem que não vêem.

Um pouco por todo o País, empresas em actividade económica do tipo “paralelo” emergem e vão abanando todo o sistema de emprego ainda existente em Portugal.
Todo o sistema de emprego e todo o tecido empresarial que procura sobreviver nos limites da legalidade.

Esta corrosão, maléfica para quem trabalha e igualmente para quem procura cumprir passa afinal quase despercebida aos olhos de quem tem a obrigação de zelar pela igualdade e pela legalidade.

Eles não vêem, ou mais grave, fingem que não vêem.

As ofertas de emprego do tipo sazonal, sem critérios contratuais, a recibo verde e abaixo do salário mínimo ou a ele equivalente, sem normas de segurança, sem a salvaguarda de um horário de trabalho aprovado, sem a societária comparticipação para a segurança social.
Paralelamente o próprio estado, autarquias incluídas, deita mão das mesmas artimanhas, para iludir quem trabalha, para tramar quem procura subsistir.

O sector do comércio, será porventura, mas não o único, aquele em que se registam maiores anomalias, quer em períodos específicos, quer em períodos sazonais.

E a “caravana” segue na sua marcha, oculta mas à vista de todos, sem vergonha nem temores.

Desenganem-se aqueles que olham para os emigrantes, como fonte primeira no fornecimento de mão-de-obra quase a custo zero, também os naturais, os Portugueses e Portuguesas iguais a ti e a mim, são engajados por esse sistema.

Novas tecnologias para relançar a economia de meia dúzia de espertos…

junho 28, 2006

Infantilintifada

No “Cavaquistão” é assim.

Os Mouros são outros, os Sionistas os mesmos, as pedras são de outras Ruas.

Continuação aqui

junho 20, 2006

Que andamos a fazer?

A esperança de vida é isso mesmo, apenas uma esperança.

Uma esperança, diariamente contrariada pelas constantes subjugações do homem e mulher aos malefícios de uma sociedade, que se recusa por vontade própria, em ser solidária com quem toda uma vida se sacrificou por um nico de dignidade na velhice.
Não bastava já o abandono a que são votados muitos dos nossos idosos, pela própria família.
Não bastava já a lenta agonia, de quem desespera pela resolução dos seus traumas físicos e ou psíquicos, sempre adiados por um qualquer ministro da saúde e seus correligionários.
Teria logo agora, um governo dito socialista, pouco preocupado com a dimensão das listas de (des)espera(o) para cirurgias e consultas, de adiar, diria, quase maleficamente, o direito a uma pausa mais do que justa na dura luta pela sobrevivência, na idade certa.
Esperança de vida e se a morte sobrevive a essa esperança, que andámos por cá a fazer?

junho 08, 2006

15 Cemitérios

O governo terá toda a razão quanto há baixa ocupação prevista para a zona do Alqueva.

(O ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, Nunes Correia, assegurou hoje que a ocupação para fins turísticos na bacia do Alqueva terá uma "baixíssima densidade", que será inferior a quatro habitantes por hectare.) SIC

15 Mil camas na vertical (sobrepostas), será certamente muito menos que 15 mil campas na horizontal.

Aliás não é a Comissão Europeia e os seus aliados em Portugal, desde os tempos de ruim lembrança de Cavaco Silva, que têm vindo a trocar a agricultura Lusitana, pela Espanhola e outras?

De que é que os Alentejanos se podem queixar..?

junho 04, 2006

GM (grandes malandros….)

As questões de produtividade, apontadas como barreira que se opõe ao desenvolvimento sustentável, não passa de uma mentira que vem ganhando raízes.

Tomemos como exemplo a situação criada pela administração da GM em Portugal.

Segundo dados pouco fiáveis, mas quiçá realistas, a produção dos carros em Portugal por aquela marca, saem mais caros qualquer coisa como 500 euros.

Aferidos não em relação à Alemanha, nem sequer à França, nem tampouco a Espanha ou à Grécia ou até mesmo à Turquia, talvez nem mesmo em relação à Letónia.

A velha questão tem muito pouco a ver com artifícios de produtividade, mas muito mais com o valor do preço hora praticado em determinados países.

O que significa, que ou os trabalhadores da Opel (GM) Portugal aceitam reduzir os salários, e/ou o governo Português oferece algumas mordomias, ou a GM muda a produção para outro País onde os salários são muito mais baixos, ainda (por agora) no quadro da CEE.
Já que não é muito crível que a marca em causa, tencione instalar a produção na China…

junho 02, 2006

A mobilidade não é uma via rápida…

A prometida reforma na Administração Pública, começa com o imobilismo na mobilidade dos seus trabalhadores.

Na prateleira, colocar alguns trabalhadores na prateleira não vai resolver a situação de falta de qualidade e falta de eficiência na generalidade dos serviços públicos.

Há trabalhadores em excesso na Administração Pública?

Provem-no!
Deixando de recrutar trabalhadores em regime precário, inscritos nos centros de emprego, a receberem subsídio da Segurança Social e a trabalharem em organismos da Administração Central ou Local a troco de nada mais.
Provem-no!
Deixando de recrutar trabalhadores em regime precário, a recibo verde.

Rotatividade sim!
Tendente a acabar com compadrios, falta de eficiência, vícios de habituação, estagnação face aos desafios das novas tecnologias por errónea formação.
Rotatividade sim!
Com formação adequada de quadros superiores, de quadros intermédios, de simples trabalhadores.
Com actualização eficaz dos sistemas (programas) de gestão dos diversos serviços públicos.
Rotatividade sim!
Entre serviços do mesmo Ministério, entre serviços similares ou distintos em outros Ministérios.

Na prateleira, vão acabar por se “sentar” alguns dos melhores trabalhadores da Administração Pública, aqueles que mais têm lutado quotidianamente por alterar este estado de coisas e que podendo, beberão da “água pública e da privada”.


maio 31, 2006

My Lay

Depois da aldeia Vietnamita em 1968

Haditha - Iraque 2005

“Un oficial de EEUU revela que la investigación oficial ha encubierto las autopsias de las víctimas de Haditha”
(elmundo.es)
E a besta continua na sua marcha louca contra a humanidade…

maio 30, 2006

Europa antropófaga

A liberdade individual de cada um, não passa de uma tentação para os ditadores de opereta.

Na sua vertente mais desprezível, aquela Europa “dos cidadãos” prepara-se para lucrar com a liberdade “internauta” de cada um.

Taxar o uso de E-mail e de SMS, para lá dos custos propriamente ditos de acesso à Internet ou telefone.

Países onde a liberdade de expressão é fortemente reprimida, onde as populações não têm acesso livre a este meio de comunicação universal, onde as grandes multinacionais tudo fazem em solidariedade com aquela repressão, são criticados oportunistamente, por maioria de razões.

Fica-nos agora a certeza, que desta Europa antropófaga, o primeiro passo para restringir as nossas liberdades individuais está já em curso.

maio 28, 2006

Reduzir há minha (dele) estatura.

Ao Ministro Teixeira dos Santos, aberta que foi a porta pelo deputado Marques Mendes, mais não resta que diminuir os funcionários da administração central, na proporção exacta daquele.

De modo físico, de modo político, de modo coerente.

Mas depois não se venha queixar da falta de qualidade dos funcionários da administração central…

maio 27, 2006

Ai Timor.

Um sonho intranquilo, constantemente quebrado por cedências e cedo abandonado por grupos desinteressados.

De Timor fica-nos a dor do seu povo, com a pior de todas as agravantes, o de falar Português apesar de todas as desvirtuações.

Há sempre um misto de solidariedade e preocupação, pese embora a distância e as poucas falas ou escritas que abonem o real sentir daquele povo.

Não é fácil tentar entender alguns porquês, muito embora a desconfiança natural, aponte definidamente os contornos do dia tornado noite pela vontade de muito poucos.

Fica-nos uma certeza, a de que o primeiro-ministro de Timor está comprometido com a actual situação, dada a sua aparente fraqueza demonstrada na conferência de imprensa e que o presidente não o está menos, dado o adiar de uma tomada de posição firme e eficazmente esclarecedora e simultaneamente apaziguadora.

Mas o guerrilheiro Xanana, depois da prisão em Jacarta, perdeu a fiabilidade.

Penso que se salva para já a atenção do M.N.E de Portugal relativamente ao seu homólogo Australiano, obrigando este, a justificar num lesto sossegar de ânimos, pouco convincente valha a verdade, a bondade da ajuda Australiana.

O destino daquele povo devia estar nas suas próprias mãos, mas levado ao engano, embarcou na nau do perdão e está à beira do naufrágio.
Tem de existir em Timor, alguém que ame o seu próprio povo e que o lidere na dura jornada pela emancipação.

Se assim não for, os oportunistas que se acotovelam quais abutres sobre a presa moribunda nada deixarão.

maio 26, 2006

Liberalização

Liberalização na propriedade física das farmácias.
Ok!
Valha-nos que por enquanto tanto quanto sei, o ouro negro não entra na composição das drogas (medicamentos) habitualmente vendidas nas ditas.


maio 25, 2006

“EL GRECO”

Tropeçou em Portugal, na não existência de meios nas forças policiais para combate à corrupção.

Tretas deviam ter tropeçado na realidade.
Em Portugal a corrupção está de tal modo instalada, que apenas dois em cada cem casos de menor importância têm direito a processo judicial.

E mesmo assim, um safa-se…

Não será por acaso que em Portugal, tem aumentado o uso de “colarinhos brancos”.

(Grupo de Estados contra a Corrupção)

maio 23, 2006

O “Pára-raios” Americano

No seu jeito trapalhão a administração Bush lá vem sem pezinhos de lã, anunciar o intento de proteger os aliados Europeus da possível queda de mísseis Iranianos em solo Europeu.

Nada mais simples, instalam-se na Europa umas bases de mísseis (ditos anti-missel) e já podemos (os Americanos) dormir descansados.

Tanta “generosidade”…

maio 16, 2006

Baixeza de poltrão

“Rescisões amigáveis”

Qual será a estatura necessária, para um político sugerir rescisões amigáveis na administração pública?

E que significado poderá ter esta sugestão?
Amigável de que ponto de vista???

Porque não dá ele o exemplo e rescinde amigavelmente com o parlamento e já agora, levando consigo uma dúzia ou mais de tantos que por lá vegetam.

maio 13, 2006

Pagar as favas

Ninguém ousará sequer esperar que os denominados partidos da oposição ao PS tenham para com alguns actos do governo, pelo menos em declarações públicas, algum assomo de simpatia.
Do mesmo modo que ninguém espera da sua parte, o corte radical nas cumplicidades assumidas.

Se o assunto é investimentos, é uma palhaçada.
Se o assunto é a não redução da despesa pública, é o desgoverno “Socialista”.
Se o assunto é as reformas do subsector estado, é a arrogância “Socialista”.
Se o assunto é o encerramento de maternidades, é o anti patriotismo dos “Socialistas”.

Entendo, que as oposições têm pouco espaço de manobra para atrair as atenções
dos cidadãos.
Apenas porque lhes falta seriedade na postura política.
Apenas porque lhes falta honestidade democrática.

São costumeiros os seus silêncios acerca de matérias que escandalizam o cidadão e depauperam o erário público.
Apenas porque são alguns dos usuários daquelas mordomias.
Apenas porque são os “plantadores” daquelas infâmias.

Não admira que os dois partidos conotados mais à direita, se apresentem quais gurus da sabedoria, escondendo na sacola defeitos antigos.

Enquanto os cidadãos tementes a Deus e ao Diabo, continuam a pagar as favas.


maio 08, 2006

Vítimas de guerra

Alguém travará os Americanos, no seu deambular pelo mundo em busca de novos horizontes de negociatas?

Não, nem um cataclismo natural de proporções inusitadas o conseguirá.

Estamos assim, Americano-dependentes, como se houvéssemos sido injectados por poderosa droga.

A capacidade bélica, o desenvolvimento tecnológico colocado ao dispor dos novos senhores da guerra, torna-os imunes a qualquer eventual ataque exterior.
A mesma linha de pensamento terá de ser alterada, quando se olha para o interior da própria América.

Um mar imenso de dinheiro, é anualmente gasto no desenvolvimento de novas armas de ataque e defesa, enquanto os compromissos Mundiais, contra a fome e a doença, são esquecidos pelos Americanos.

A sua presença em tudo quanto é País, não assumidamente “Americano-democrático”, pauta-se pela intriga, pela quezília, pela corrupção, pela mentira, pela guerra.
Antagónicamente, regimes ditatoriais não “hostis”, são incentivados na sua caminhada sinuosa contra as suas próprias populações.

O hábito não faz o monge, mas as histórias do passado recente indicam sem graça, que estará eminente mais uma acção bélica, contra uma nação que se marginalizou segundo os conceitos Americanos.

Apenas a população Americana poderá travar a marcha da máquina de guerra.
Se o não conseguir, se não a quiser parar, pode ir preparando os festejos de mais uma vitória militar e simultaneamente cavar as sepulturas de muitos dos seus filhos, mais no pós do que no durante.

maio 07, 2006

A bola é sempre redonda, embora muitos preferissem que o não fosse.

Sobre os jogos de futebol profissional, nenhum sentimento me aflige.

A excepção naturalmente acaba por ser e uma vez mais a demagogia, quer se trate de treinadores, de dirigentes desportivos, ou de árbitros.

Afinal quem é costume tramar-se pelas paixões clubistas, são os que pagam e não os que dela usufruem abundantemente.

Devia ser tempo de cada um olhar pelo bem-estar da sua própria casa, antes de criticar a casa dos outros.

Mas não há jeito de aprenderem com a realidade.

maio 02, 2006

A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DA MENTIRA

No “postal” anterior, pretendi apenas alertar algumas mentes mais distraídas, sobre a verdadeira natureza das pretensões de todos quantos defendem a “salvaguarda” da sustentabilidade da Segurança Social.

Para quem não saiba, no Regime Geral dos Trabalhadores por Conta de Outrem e sobre o seu vencimento ilíquido, é descontada a módica percentagem de 34,75%.

Ou seja, 11% directamente do Trabalhador.
Mais 23,75% sobre o seu vencimento, directamente da Entidade Empregadora.

Quem tenha pachorra para fazer contas, que as faça.

REGIME GERAL DOS TRABALHADORES POR CONTA DE OUTREM

Taxas contributivas
Regime Contribuitivo.JPG


Isto significa, que cada trabalhador suporta uma carga fiscal directa de 34,75% sobre os seus rendimentos, para a segurança social, mais a Taxa de IRS igualmente como imposto directo.
Como se não basta-se, temos ainda toda a casta de impostos indirectos, seja na compra de Água ou até Sal.

Existe igualmente na Segurança Social, entre outros regimes, “Beneficiários abrangidos pelo Regime Não Contributivo” pessoas em situação de carência socio-económica, ou que nunca descontaram para a Segurança Social.

É sobre estas situações, que o Estado tem a obrigação de atender, não com os impostos directos de cada um, mas sim com os impostos indirectos.

E aquilo que se passa é precisamente o inverso da lógica.
Que é como quem diz, já não basta (va) os vigaristas tipo “Chico espertos”, que ainda vêm alguns “iluminados”, para lá de nos sugarem o “tutano”, querem triturar-nos os ossos…

abril 28, 2006

Subtil (mente).

A forma do primeiro-ministro de Portugal, ao abordar no parlamento, as questões da (In) Segurança Social.

Qualquer cidadão sem problemas auditivos ficou a saber na hora, o que se apronta.

Para Carvalho da Silva da CGTP, ficou claro.
Para João Proença da UGT, já estava claro.

Com “patrões dos sindicatos” desta qualidade, quem é que precisa de advogados do “diabo”?

abril 27, 2006

A 25 de Abril de 2006

Comemoraram-se 32 anos sobre o derrube da ditadura fascista e 30 anos sobre a aprovação da Constituição que (apesar de algumas alterações e de poucos a cumprirem à letra) nos rege desde então e que consagra as liberdades que vamos tendo, até esta que me permite explanar o que me ocorre a cada momento, sem temer que a polícia politica me invada o lar e a cidadania.

Num largo passeio pelos blogues que visito habitualmente, curiosamente, não detectei nenhuma referência à segunda efeméride.

Pelo contrário, o que se denota é um sentimento de tristeza, pelo fracasso das esperanças, eventualmente colocadas acima da fasquia que o País permitiria. Salvaguardando naturalmente a justeza das aspirações de cada um.

Historicamente, seremos um Povo dócil, que amansa com relativa facilidade.

Permitimos com uma atitude conciliatória e com os denodados complexos de esquerda, que os mais favorecidos, quiçá os mais oportunistas, se elevem sobre o nosso esforço, sobre o nosso bem-estar, sobre o nosso próprio futuro.

Há por aí quem reconheça como de esquerda, com a maior naturalidade, ou a maior imbecilidade, o discurso de Sua Excelência o Presidente da Republica, aquando das comemorações do 25 de Abril.

Perante isto e não fosse as forças físicas já não serem o que eram, certamente que iria colocar uma velinha num qualquer “altar”, no sentido do retorno de uma qualquer ditadura, afim de uma vez por todas, arregaçar as mangas e acabar com os privilégios daquela minoria, dita de “esquerda” e de direita, que nos vem sugando o pouco que nos resta.

abril 21, 2006

SETE e ½

Será porventura o número exacto que falta para desvendar o “mistério”.

A coisa até parece que está parada, mas na verdade, apenas acompanha a velocidade que a justiça quando quer, sabe impor a certos andamentos.

Só faltava esta definição de incapacidade encapotada, para justificar o que todos sabem…

Mas será que não existem técnicos capazes de “violarem” os computadores dos jornalistas, ou trata-se apenas de um caso de ilegalidade a aguardar pela legalidade?

Totó (s) acabamos por ser quase todos…

abril 19, 2006

A MAIS PARA MENOS, OU A MENOS PARA MAIS.

Seria quase uma dúvida existencial.
Se o País não fosse Portugal.

abril 12, 2006

Até me espanta, como tantas pessoas se tornam decentes, após tantos traumas nas suas infâncias.

Um bom Pai de família, já não é o que deveria ser.

Talvez seja essa a razão (e tantos sociólogos na sua procura) para o incremento/aumento da criminalidade juvenil.

Pudera, quando se aplaude a violência!

Que importância tem afinal que a criança seja portador de uma qualquer deficiência.
Não pugnamos pela realidade, todos diferentes todos iguais?

É verdade que (E PERDOEM-ME A CRUELDADE) (mas face à crueldade praticada, esta será bem menor) um “maluquinho” dificilmente se tornará num grande marginal, embora não tenha tanta certeza que não possa vir a tornar-se num mau Juiz.

abril 04, 2006

Os Blogues, a defesa da democracia e os sonhos

Temos quase como uma dávida, não dos céus (o quer que isso possa representar) mas da sociedade consumista, dita democrática, que acaba por nos permitir esta distracção.

Forma assaz curiosa, de nos manter activos na oposição às tropelias do poder vigente este e todos quantos por cá passaram.
Na prática, acabamos por esgrimir pontos de vista, ideias soltas, criticas mordazes umas, contundentes outras. Mas não mais do que isso.

É verdade, que em certas circunstâncias acabamos por nos digladiarmos uns com os outros, deixando verdadeiramente incólumes os novos (recauchutados) senhores da democracia.
Afinal, eles não sentem grande dificuldade em passar ao largo das manifestações mais ou menos cordatas na blogosfera.

Uma vez mais, eleva-se a voz dos descontentes em França, em acções de rua prontamente perturbadas (para descrédito) por elementos pouco racionais ao interesse colectivo.
A manobra do “colégio” todo poderoso na Europa da comunidade, passa pela aplicação de um modelo de exploração, que sobrevivendo à carta magna (constituição Europeia) rejeitada por alguns sectores daquela comunidade, vem sendo aplicada passo a passo, num espectro mais individualista (nacionalista), para mais tarde se estender a toda a comunidade Europeia.
Seria aqui, a meu ver, que as organizações estudantis e sindicais de todos os países da CE, teriam uma palavra a dizer, no partilhar das preocupações dos cidadãos Franceses e demonstrar inequivocamente a rejeição de políticas anti-sociais.
Mas isto, sou eu apenas a sonhar…

março 27, 2006

ESFOLADA VIVA

Mais uma época Canadense de assassínio puro.
Afim de preservar a espécie dizem eles...
A CIVILIZAÇÃO CANADENSE.jpg
MATAM À PAULADA ESFOLAM-NAS VIVAS
É a civilização Canadense.

março 25, 2006

O Vácuo

Pela primeira vez na sua história recente, Portugal não tem um Presidente da Republica de todos os Portugueses.
Era sobejamente sabido que assim seria e se é verdade que eu pessoalmente não fui apanhado desprevenido, não deixa de ser curioso, quantos intelectuais existem, que dando por isso, se esforçam pela marginalidade.

Marginalidade que o recém-empossado chefe de estado adoptou, na sua elevada estatura de mau político, avessa à concórdia entre Portugueses, ao seu progresso enquanto cidadãos de pleno direito.

Do alto do seu pedestal, certamente escarnecerá das palavras da Bíblia, que exorta (dizem), “ Amai-vos como Irmãos”.

Afinal mais um que quando em campanha, muito prometeu e tudo fará para nada cumprir.

Para quem votou, (no “cavalo premiado”) para quem votou (no “cavalo não premiado”) para quem não arriscou, o mesmo sentimento de vazio…

fevereiro 12, 2006

CIACARTOONS

Há que aproveitar uma nesga de tempo, tipo escapadela, para manter acesa a chama da luta contra a todas as formas de opressão.

Numa fugida, tinha de prestar aqui o meu depoimento...

É muito bonito evocar, quando nos parece bem, a liberdade de expressão.
Mas em seu nome, será bom não esquecer, têm-se praticado as mais torpes vilanias.

É sobejamente conhecido que os povos maioritariamente de religião Muçulmana, a exemplo de tantos outros são escravizados por dogmas, que mais não visam que perpetuar a submissão do homem ao homem.

Após tanta confusão, tanto protesto aliado à violência urbana, os objectivos dos promotores da edição dos tais cartoons, alusivos ao profeta dos Muçulmanos, está à beira de ser alcançado.

Alguém duvida?

janeiro 04, 2006

Ou o Sr. Cavaco Silva é um mentiroso

Ou os órgãos de comunicação social andam a enganar os seus leitores.

Ontem em seis meios de comunicação Social, Jornais, Rádios, TV e na Internet, foi “empolgante” o ênfase dado à situação do Sr. Cavaco.

“De regresso ao concelho onde nasceu, o candidato apoiado pelo PSD e CDS-PP”
(na R.R.)

“Sublinhando o "respeito" que tem pelos órgãos de comunicação social, o candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP”
(no P.D.)

“Sublinhando o "respeito" que tem pelos órgãos de comunicação social, o candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP”
(no Publico)

“Sublinhando o "respeito" que tem pelos órgãos de comunicação social, o candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP”
(na Lusa)

“O candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP, Cavaco Silva, começou mais um dia de pré campanha”
(na SIC)

“O candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP propôs, numa entrevista”
(no C.M.)

Mas o candidato clama alto que é apartidário, que não é apoiado por nenhum partido político.

Assim sendo, quem será o mais mentiroso?


dezembro 18, 2005

Eles já erguem a crista, já cheiram o podre dos nossos cadáveres, numa morte antecipada.

Era inevitável que os “neofascistas” do tipo Ribeiro e Castro começassem a erguer a crista.
Basta um sinal por mais leve que possa parecer, para se erguerem os vozeirões das bestas de sempre. Os tais que do passado apenas recordam com saudade, os tempos em que ditavam as leis, sobre tudo e sobre todos.
Não estão suficientemente longe os longos anos da besta fascista em Portugal, assim como o não está, o genocídio das populações Europeias, que foram trucidadas pela direita fascista da primeira e da segunda guerra mundial.
Aqui e agora será conveniente não embarcar nos esquecimentos da direita em Portugal.
Há que não esquecer a longa noite de Salazar, Caetano e seus seguidores, não há que esquecer os que morreram apenas pelo direito à palavra, escrita ou falada, nos que foram trucidados, espezinhados, estropiados pela policia fascista, ao serviço dos Ribeiro e Castro da época.
Afinal as conclusões da minha opinião anterior, pecaram apenas pela antecipação, madraços será aquilo que temos vindo a ser e que eles têm como adquirido, seremos para todo o sempre.

dezembro 05, 2005

Não acordem tarde.

Aquilo que ainda me causa algum espanto é a constatação da pouca cultura politica e democrática que se vislumbra na sociedade Portuguesa.
Não admira que um pouco por aí se vá escutando nas pessoas culturalmente menos evoluídas, a afirmação desesperada, “ isto só lá vai com um novo Salazar”.
Podem ficar descansados, que a besta não tornará da cova, nem sequer para de novo cair da cadeira.
Mas ainda fico perplexo com quem acaba por gastar energia eléctrica e energia cerebral, na vã expectativa de assistir a um programa televisivo que eduque, que esclareça o Povo de quem absorvem os euros para a sobrevivência.
Aquilo que já era da desesperança pública tornou-se realidade.
Como devem perceber, não houve debate hoje na SIC.
E não acredito que venha a haver em qualquer uma das televisões.
A passadeira está desde há muito estendida para o retorno ao passado e não há por aí quem tenha saudades das “conversas em família?”
Fiquemos pelas tendenciosas entrevistas a dois, com os tempos de intervenção minuciosamente distribuídos, para um, mais tempo nas questões de mais fácil exploração, para outros (já que vai ser assim em todos os prometidos debates/entrevistas) menos tempo nas questões essenciais.

novembro 25, 2005

O actor principal.

A farsa cedo começou a ser escrita, encenada, com actor principal escolhido, um actor apto às exigências do papel, afinal trata-se de um monólogo.
Nem todos os actores disponíveis beneficiam daquele dom natural, apenas privilégio de alguns autistas, apenas os interiorizados detêm a capacidade de deixar gerir os seus espaços ao toque da marcha mandante dos “iluminados”.
Apenas se pede ao actor principal que colabore, que siga à risca as deixas que lhe escreveram, o contra regra há-de enviar-lhe atempadamente os sinais necessários a uma intervenção mais apaixonada, daquelas que o povo gosta, que lhe faz soltar uma lágrima cúmplice ante a (falsa) dor da personagem interpretada.
O espaço está preparado para a estreia, continuamente a promoção enleva a categoria da peça e exalta o espírito de sacrifício do actor principal.
Os escribas de serviço tratam de prever um enorme sucesso, garantem uma estreia estrondosa, precavidos tratam da garantia da receita de bilheteira.
Afinal a história é singela, um tipo de folhetim plagiado das vivências dos anos quarenta, que para lhe dar algum crédito, apenas faltará um gesto não terreno…


novembro 18, 2005

Até quando durará a resistência.

As questões da globalização têm destas coisas, a facilidade de se adquirirem produtos das mais diversas proveniências.
A outra face da moeda na generalidade está oculta.

A globalização poderia ser sinónimo de vantagens, dada a profusão de produtos, um maior leque de escolhas, uma maior concorrência.
Que nem sempre se traduz em melhores preços.

Está na moda a questão dos têxteis, mais a exploração social do trabalhador, acrescida pela mão-de-obra muito barata, inexistência de condições sociais, de protecção aos menores, à mulher, aos idosos.
Este “paraíso” afirmam, estará confinado a Países como China, o Vietname, o Bangladesh…
E as críticas (justas) surgem desabridas, condenando os senhores “detentores” desses povos.

Pura ignominia, os maiores detractores daquelas sociedades, são os mesmos, que

Continue reading "Até quando durará a resistência." »

novembro 04, 2005

POR CORTESIA

VENHAM.JPG
Para as calendas terão sido atiradas as restrições às mordomias e outras ias dos senhores políticos no activo, na reserva ou de passagem pela política.

Estou para ver se a divisão dos lucros do Euro milhões, que não vão para os futebois dizem eles, sempre acabam por ter outros beneficiários tão necessitados como aqueles.

POR CORTESIA

VENHAM.JPG
Para as calendas terão sido atiradas as restrições às mordomias e outras ias dos senhores políticos no activo, na reserva ou de passagem pela política.

Estou para ver se a divisão dos lucros do Euro milhões, que não vão para os futebois dizem eles, sempre acabam por ter outros beneficiários tão necessitados como aqueles.

outubro 29, 2005

Magras vacas para opulentos legisladores

Em tempo de “vacas magras” há que poupar o “bicho” e partir para outro tipo de alimentação.

Aceito que tenha de se fazer algo de inovador na gestão dos recursos do estado, quando não há, não há, do mesmo modo que quando há tem de haver para todos.

É conhecido que ao longo dos anos, foi sendo permitida e até fomentada a consolidação de corporações mais ou menos intocáveis.
Sendo agora difícil nivelar por baixo as condições sociais.

Ninguém vai aceitar de bom agrado, pese embora a aparente coragem demonstrada por este governo, na diminuição de certas regalias e mesmo mordomias, enquanto continuarem a subsistir Portugueses que comem carne de primeira e Portugueses a quem só lhe dão os ossos.

Continue reading "Magras vacas para opulentos legisladores" »

outubro 27, 2005

A ficção Social-"Democrata"

santocavaco.jpg
Esta tarde numa televisão perto de si, a reposição de um "clássico" da ficção social-"democrata".
A perder...

outubro 22, 2005

Presidenciais

De cinco em cinco anos, um frenesim de pessoas e partidos políticos espreitam o direito a habitar o Palácio de Belém.

É do conhecimento geral que qualquer cidadão acima dos 45 anos e na posse de todos os seus direitos constitucionais se pode candidatar.
São candidatos que se anunciam acima dos partidos, mas que deles dependem (a maioria) para elevarem o seu ego.

No próximo ano há eleições para a Presidência da Republica e vários candidatos já se perfilam, outros podem ainda vir a apresentar as suas candidaturas, havendo apenas uma dependência de “tabus” já muito conhecida dos Portugueses.

No PCP é mantida a tradição a que nos habituaram.
No BE, uma novidade este ano, mas que se cola à tradição de outros.
No CDS/PP e no PPD/PSD mantém-se a tradição de esperarem pela quebra do tabu
que ao verificar-se, mantém a tradição no apoio ao candidato saído do PSD.
No PS a mesmíssima tradição é assegurada, pelo apoio ao candidato saído do seu seio.

Afinal é muito mais um jogo de tradições do que de preocupações em servir Portugal e os Portugueses.