Ou será culpa do porco da vizinha???
As postagens do "querem é mama" vão passando para aqui "Á vara larga"
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Mudam-se as políticas (?) mas os cenários dantescos dos fogos continuam a proliferar a destruir bens materiais e mais grave, a destruir vidas humanas.
Todos os anos a história se repete, escrevem-se livros brancos, laranja ou cor-de-rosa, mas tratar dos fogos florestais, dos seus beneficiários, das suas vítimas, dos seus responsáveis, numa visão realista de prevenção e combate eficaz, é coisa que não lembra aos Portugueses.
Morreram mais 6 homens, independentemente da sua coragem, da sua determinação houve falhas, falhas que nunca serão superiormente reconhecidas, apenas por ignorância de quem decide, de quem governa, de quem se assume como líder do combate (da não prevenção) aos incêndios.
Não será já tempo de em Portugal, os governantes escutarem os Profissionais dessa “arte”, de antecipadamente e com coragem, ser formado um corpo eficaz e responsável, (pela responsabilização directa), do combate aos fogos florestais, suas causas e seus efeitos?
para todos os Portugueses.
Medida avançada pelo governo já (in)devidamente contestada por órgãos sindicais do sector dos correios, que temem redução de postos de trabalho.
Meus amigos, então não está bem de ver, que esta aplicação vai servir precisamente o inverso dos vossos temores?
Senão vejamos.
As estações dos CTT vão obrigatoriamente ter horário de abertura alargado, para lá das 20 ou mesmo 21 horas.
Das cerca de mil estações dos CTT que ainda não encerraram, vão imprescindivelmente ser criadas outras tantas, de forma a garantir o acesso em igualdade de circunstâncias a todos os Portugueses e Portuguesas.
Que não temam qualquer tipo de segregação os Portugueses e Portuguesas que vivem lá bem no interior Transmontano ou Alentejano (só para citar dois exemplos), pois estará certamente nas ideias dos governantes, a dotação de computador portátil e impressora aos novos carteiros, que em viaturas próprias se deslocarão entre montes e montados.
E menos receios devem ter ainda da falta de sigilo na correspondência assim recebida pois a idoneidade e profissionalismo dos carteiros não é a toda a prova?
Poderá tratar-se de um choque de legitimidades, ou tão só um ataque sinuoso a um jovem país.
A história pode até nem se repetir, mas todos os sintomas apontam nesse sentido.
Timor-leste, mal se “livrou” dos Portugueses, embarcou numa sangrenta batalha abrindo as portas à ocupação do seu território por outra potência colonizadora, com a supervisão dos E.U.
Será esse lado da história, a par de muitos oportunismos estabelecidos, que têm viciado aquela jovem “Democracia”.
Servir o povo (aquele povo mártir) não é tarefa para quem o afirma, mas apenas para quem o respeita.
Os novos senhores têm aproveitado a ignorância de tantos anos de servilismo, para estabilizarem as suas contas bancárias e essas benfeitorias tornam-se em cobiça.
Mais uma vez o povo será (mal) utilizado para fazer vingar a sua própria desesperança.
As frustrações próprias da cobardia ou da falta de fulgor de cada indivíduo, não podem procurar encontrar substituto num grupo de cidadãos, que embora pagos a peso de ouro, não escondem as mesmíssimas fraquezas dos cidadãos anónimos.
Isto a propósito da “esperança” depositada na selecção nacional Portuguesa de futebol.
Aquilo que a generalidade dos Portugueses mais ambiciona, da prestação da dita selecção, é um tónico para as suas próprias fraquezas individuais e colectivas.
Seria uma lufada de inteligência, se todos os comentadores desportivos e suas muletas, desta realidade tomassem consciência.
Depois da publicação do depoimento anterior, escutei na RTP um artigo sobre uma Escola em Faro, onde passe a analogia, os professores demonstram ter “faro” para alguns dos problemas manifestados por alguns alunos.
Esta coisa da generalização tende sempre a provocar desatinos.
Mas quando o que está em causa é um sistema antiquado, quase sempre menosprezado, sofrem todos os intervenientes.
Nem as afirmações dos responsáveis governamentais, fazem juízo sobre a generalidade das escolas, nem exemplos deste tipo, elevam a dignidade da generalidade de agentes escolares e seus beneficiários.
Todos acabamos por criticar, na exacta medida em que igualmente o votamos ao abandono, o sistema de ensino nas últimas décadas em Portugal.
É conhecida a necessidade de muitos licenciados em arranjar colocação (emprego) na área que pré estabeleceram como a ideal para as suas aptidões ou necessidades.
A falta desta, ou a sua escassez, empurrou muitos jovens para o ensino.
É igualmente notória a inaptidão de muitos encarregados de educação para o cargo que na generalidade, emblematicamente assumiram.
Mas todos temos consciência que o divórcio existe entre a Escola/Sociedade/Professores/Alunos/Encarregados de educação.
Há um grupo de trabalho, que se assume como o da mudança, desta feita alojado no Ministério da Educação, que tem demonstrado, para lá de alguma falta de tacto, quiçá de excesso de absolutismo, uma vontade de mudar.
Aos órgãos representativos dos professores, caberia em primeira-mão, promover as alterações (por demais evidentes) em jeito de pacotes de proposta.
Não durante esta legislatura, se calhar nem durante a anterior, mas talvez numa das anteriores.
Para alguma coisa haveria de servir um número superior a 35 mil professores, efectivos ou não.
O que sucede quando “adormecemos” à sombra do lugar “conquistado” é que este tende a ser abanado quando surge alguém com alguma coragem, que para lá de alguma ignorância, demonstre uma vontade de mudança.
Bem sei que o factor económico tende a pesar na maior parte das decisões de quem assumiu o “fardo” de governar.
Mas se nada for feito, de forma a contrariar aquela visão economicista do ensino, nada acabará por ser realizado de palpável para o futuro da geração estudantil.
Os resultados do divórcio Escola/Sociedade acabam sempre por se reflectir no divórcio Professores/Alunos, tanto pela falta de motivação de uns como de outros.
Por iniciativa de um deputado do PS, pode vir a acabar a treta do pagamento dos alugueres de contadores, ou assinatura nos contratos de fornecimento de; água, gás, electricidade e telefone fixo.
Mas o engraçado, é que tem de ser assumida outra nomenclatura, para a taxa aplicada sobre estes serviços.
Nas facturas do SMAS, fornecedor de água na minha zona, os valores cobrados pelo consumo da dita é 25% inferior ao valor das diversas taxas aplicadas, (significa que pago mais de taxas do que de água consumida), não estando nenhuma destas incluídas na nomenclatura do projecto de lei.
Quanto à EDP, omisso na taxa de aluguer de contador, aplica uma taxa de exploração de mais ou menos 5,5 euros mensais. Não contando com as taxas de Exploração e para o audiovisual.
Sobre a PT, todos sabem que é um escândalo o pagamento da assinatura, já que na maior parte das situações, apenas a linha de cobre é utilizada, sendo as chamadas encaminhadas para outro operador.
A ser aprovada esta medida, que se deveria aplaudir, terá forçosamente de incluir uma qualquer cláusula, que proíba qualquer alteração de tarifa ou de taxas que estejam em vigor.
Todos os regimes políticos sem excepção deitaram (deitam) mão da propaganda no intuito único de sobrevalorizarem as suas pretensões desvalorizando os protestos de quem é mais atingido pelos ditames da classe dominante no momento.
Se facilmente se entende que em regimes de pouca ou nenhuma liberdade de imprensa ou de opinião, seja difícil ao comum dos seus cidadãos entender de que lado pesa mais a balança, muito embora ela denote uma maior quebra sistemática do lado dos mais fracos, já nos regimes ditos abertos, onde a liberdade de imprensa ou de opinião vai sendo consentida, tal juízo deve ser encarado com muito mais tenacidade, sentido de alerta, perspicácia e boa leitura dos porquês.
É comum nos sistemas ditatoriais, prática que vem sendo aplicada em alguns sistemas ditos democráticos, a utilização do exercício político de contra informação, desde há muito conhecida como “dividir para reinar”.
O exemplo dos funcionários da administração pública, que acabaram por ver as suas regalias sociais (quase) equiparadas aos restantes trabalhadores, não merece da minha parte nenhum comentário que não seja o de aprovação.
Mas repare-se agora, que quando se pretende aplicar a redução dos benefícios sociais aos trabalhadores do sector privado, omite-se a tese anterior de equiparar públicos e privados.
Foi fácil estabelecer como inimigos os ditos funcionários da Administração Pública.
Afinal a rotulagem que lhes vem sendo aposta, considera-os como “parasitas”, “mamões do estado”, “madraços” etc. Para que os verdadeiros “parasitas” continuem impunes na opulência, nada mais oportuno que lançar trabalhadores contra trabalhadores.
(O primeiro-ministro de Timor-Leste está a ficar muito irritado com os sucessivos anúncios de que os EUA se preparam para evacuar o pessoal não essencial da sua embaixada em Díli. Especialmente depois de os Estados Unidos terem tentado ontem envolver Portugal na iniciativa, cedendo alguns lugares do avião aos portugueses que o desejarem).
(DN 7-05-06)
Que a terra e o mar, este muito em especial mantém vivas, cobiças ancestrais
ninguém deve esquecer.
Um povo mártir, manipulado entre jogos de interesses de duas potências que discretamente se enamoraram das riquezas Timorenses.
Depois da independência o povo terá adormecido, mas os abutres não.
Que o digam os Americanos!
Porque não se trata de caridadezinha.
Porque a fome existe em Portugal.
Porque há muitos excluídos.
Porque existem muitas famílias carenciadas.
Este fim-de-semana vá a uma grande superfície comercial, não fique indiferente aquele pouco que nos sobra é muito para quem nada tem.
Alimente esta ideia. Banco Alimentar Contra a Fome.
É por demais evidente, que quem compra um CD de música, pode (apesar das dificuldades que muitas empresas vinham (vêm) colocando) gravar uma cópia para fins não comerciais.
É igualmente evidente, que muitas rádios locais e nacionais permitem (ao não recorrerem a comentários) que se faça uma cópia não comercial, da música que passa.
É ainda evidente, que mesmo nos filmes, nada impede que qualquer cidadão faça uma cópia não comercial, de um qualquer filme que passe num qualquer canal da TV.
Assim sendo, o que os “corsários” pretendem com esta (pseudo) investida contra os cibernautas, é, não acabar com o “descarregar”, mas abrir portas a uma investida séria contra a liberdade de expressão.
Há que não ter medo. Há que estar preparado contra as sinuosas manobras do grande capital. Quem tem por costume ouvir música na Internet e gravá-la (para mais tarde recordar) nada terá a temer.
A impotência, face à crescente proliferação de actividades comerciais paralelas, não vai certamente servir de mote, a algum ataque desenfreado de alguma mente doentia sobre o quotidiano dos cibernautas, que gozam de pleno direito, um serviço pago quase a preço de “caviar”.
Na minha rua já não há sossego.
Abstenho-me de ir por aí!
Vou dar uma volta maior, que se lixe.
Livro-me dos medos que a vagabundagem nos provoca
Evito os sobressaltos de ser confundido com um marginal, pelos diligentes policias.
Logo evito a vizinhança, sempre à espreita para ver quem vem.
Sempre posso parar o carro noutra rua, evito os riscos do costume
Pese embora outros possam ocorrer.
É isso!
Abstenho-me de ir por aí!
Abstenho-me de ir por aí?
Então e depois, já não posso cruzar o meu olhar com a vizinha do prédio ao lado.
Já não passo frente ao café do meu quotidiano, onde tomo a bica e compro cigarros.
Deixarei de escutar os impropérios contra o sistema, que o senhor Antunes (reformado) tanto gosta de proferir, entre dois golos de cerveja e algum murro na mesa.
É isso, abstenho-me uma ova, a rua é a minha rua e lutarei sempre por ela.
Cheguei por fim a este mundo que é vosso e que por força
do destino também é meu agora.
Mas estou apreensivo, porque será?
Vou deixar isso com o meu avô, por agora vou tirar uma soneca...
A publicitação do nosso pensamento.
A publicitação do nosso desagrado.
A manifestação da nossa revolta contra as injustiças.
E estas não requerem o ónus da prova, porque fazem parte da nossa própria vida, do nosso ideário enquanto homens/mulheres livres.
O mesmo certamente não se poderá aplicar, quando expressamos acusações a indivíduos ou à colectividade.
Quando um jornal publicita informações, dadas como seguras em nome de uma qualquer tropelia à lei, está a prestar um serviço à comunidade, está a manifestar o seu desagrado face a práticas, que a própria sociedade condena.
O que ainda espanta, é aquela espécie de inquisição, promovida ao que tudo indica pelo senhor provedor de Justiça, que em nome desta, manifesta maior preocupação na punição do veículo transmissor da noticia, do que na falta grave que lhe deu origem.
Em tempos e sobre os acontecimentos que afinal estão na origem de toda esta sujeira, expressei no blogquisto a minha preocupação, face ao que então considerava uma cabala contra Ferro Rodrigues e o PS.
O desenrolar da novela, acrescida da manifestação pública do Dr. Marques Mendes e de outros sectores da sociedade política, de apoio ao senhor provedor, inquieta qualquer cidadão menos distraído.
Preocupante, acaba afinal por ser a interrogação que fica depois daquele movimento em redor de Manuel Alegre.
A pedrada no charco, haveria tradicionalmente por fazer evoluir em círculos a água que lhe dá vida, num movimento simétrico que se esvai de encontro às margens.
Para a história fica a memória de um feito.
A sociedade, os homens e mulheres deste País não estão preparados para uma ruptura com o sistema, ruptura que afinal haveria de “circularmente” tornar ao sistema.
Manuel Alegre quer se queira ou não, acabou por representar para muitos de nós um Sebastianismo neo-realista.
Mas o poder instituído pode vacilar, ou aparentar que vacila, mas não tomba.
Que cada um que ousou acreditar, tenha a sabedoria de não se encerrar na sua concha e debata, principalmente em casa, assim como na sua roda de amigos, a verdadeira natureza de um movimento de cidadania, que se pretende mais movimento de pressão do que de natureza politica concorrencial.
Há naturalmente um sentimento de frustração, neste findar de dia, em que as previsões de consumo de um dado produto acabam por vingar junto da maioria dos consumidores, não se tratando infelizmente de nenhuma nova bebida espirituosa ou não, nem de uma qualquer inovação em “comida de plástico”.
Não há que esfriar o vigor combativo, até porque a vivência me tem ensinado que nada é absoluto, nada é definitivo e muito menos a salvaguarda das liberdades essenciais.
Tal como escrevi aqui em 30/08/05 e aqui em 22/10/05 o panorama político Português acabará, fruto de uma maioria de razões menos esclarecidas, por sobreviver a vicissitudes inevitáveis. O mesmo já não ouso admitir das classes menos favorecidas dos cidadãos deste País.
Festejem então enquanto vos deixam...
Nesta coisa de eleições, há sempre um dia dedicado à reflexão dos cidadãos eleitores obrigatoriamente coincidente com a véspera do dia do acto eleitoral.
Nada me obriga a seguir a praxe, posso muito bem reflectir quando me der na gana e sem estar dependente da ordem instituída.
E tenho para comigo uma sensação de vazio, ao constatar que a avidez de democracia e de liberdade, o afã de melhores condições de vida, a melhoria da educação própria ou a dos seus descendentes, o individualismo elevado aos primórdios da imbecilidade por politicas de marketing, acabaram por tramar quem sempre penou na luta pelo pão, pela paz, pela democracia, pela instrução, pela saúde, pelo bem-estar sempre adiado.
Há! se o meu voto no próximo dia 22 tivesse o peso da razão, de por si só elevar um candidato ao mais alto cargo desta nação, não teria dúvidas.
Cavaco seria o escolhido, pois este País necessita de uma lição, para recordar aos gentios de hoje e aos de amanhã, que a revolução se faz com sangue e não com cravos.
Mas todos neste País temos um pouco de poetas, de médicos e de loucos.
Logo o meu voto vai para o poeta.
Não porque seja a Pátria de Camões.
Tão só porque será muito mais do que uma pedrada no charco…
Parecem bandos de ratos, rabeando a tentar caçar o próprio rabo sem sucesso.
Eruditos, ricos e abastados, sapientes Messias que não logram descortinar a realidade, tudo acusam, tudo repelem, são eles os filhos da aurora que tarda em desabrochar.
Pessimismo, bebe-se pessimismo com a mesma facilidade com que se toma um copo da água que também nos vão privatizar.
Serão afinal as elites as tomadoras do pessimismo que nos invade como um vírus virulento?
Não serão as elites que nos vêm tomando a cidadania, que nos vêm alienando a nacionalidade, a troco de pouco mais que um prato de lentilhas?
Que é da nossa tradicional agricultura de “sobrevivência”, das pescas artesanais, das laboriosas classes operárias que sempre porfiaram a troco de muito pouco.
O sistema capitalista está moribundo, está esgotado e procura sem tino um destino novo.
Não é por acaso que as previsões do FMI apontam um crescimento Mundial tendo como base o desenvolvimento de países como a Índia e a China.
Então estou eu louco ao não acreditar nas nossas elites, políticas, económicas, sociais intelectuais e até sindicais?
Será o pessimismo das elites que vem importunando os Portugueses, ou o despertar da ralé que vem tornando num inferno o oásis dessas elites?
O ministro Correia de Campos pese embora alguns lapsos de memória e algumas incoerências, tem demonstrado alguma resistência às corporações de há muito instituídas.
Mas é necessária muito mais perspicácia, muito mais tenacidade, melhor leitura dos dossiers.
Um erro de leitura, terá levado o ministro a não prosseguir no desenvolvimento da sua teoria, sobre a quantidade de médicos de oftalmologia existentes num hospital.
Será uma verdade que os números não desmentirão, não haverá médicos a mais, nem dessa nem de nenhuma outra especialidade, nem neste, nem naquele hospital.
Aquilo que se passa o Sr. ministro tem conhecimento cabal, já não é novato nestas andanças pelo ministério da Saúde, só tem de mandar executar as medidas adequadas.
A questão da assiduidade, da dedicação, da honestidade, da “competitividade”, da mobilidade, tem de deixar de ser tabu.
Aquilo a que se assiste, já o disse vezes sem conta, é ao engordar do porco da vizinha, enquanto o nosso fenece.
E eu não quero acreditar que o Sr. ministro prefira engordar o da vizinha.
Não é fácil ajuizar os comportamentos da classe política dominante no activo, ou na “reserva”.
Está presente no pensamento de qualquer um, que mesmo há esquerda, existem os economicamente ricos e os pobres.
Há uma clara diferenciação de classes nos sectores tradicionalmente à esquerda, que pese embora nada tenha que ver com a ultra conservadora direita, marca a diferença social de uma esquerda menos reivindicativa porque mais bafejada pela fortuna, com a tradicional esquerda sempre abandonada.
Não alimento ilusões sobre os destinos deste País, por muito que o governo do PS ou do Sócrates, pretendam demonstrar com as reformas tomadas e as que se ficam pelas ameaças.
Na hora decisiva de colocar nas urnas o papelinho, que até pode nada influir, sei de antemão os caminhos por onde não vou.
A próxima escolha reporta-se ao novo habitante para o palácio de Belém.
Embora o leque se apresente bastante diversificado, a escolha é tudo menos pacífica.
Já sei que em Cavaco Silva nunca votarei, não porque tenha para com o Sr. qualquer
Este blog não está com os velhos do Restelo, nem com os “inocentes” de Bloqueime.

A turba entrou em delírio, agigantaram-se todos os pequenotes, esvoaçaram ao vento da quase loucura acotovelando-se sem cuidado, todos os mirantes daquela praça reavaliada.
Seria desgraça anunciada, o que empurrava aquela turba desenfreada aos magotes ou apenas algum arcanjo que descera dos céus num pronuncio de morte, ou num raio de vida curta, como se requer a qualquer enviado.
Pensei.
Será que contrariando toda a metafísica e abanando toda a heresia, afinal o Messias ou apenas talvez o “anjo da guarda” da minha infância decidira-se a enviar um sinal, talvez anunciando não a peste tão iníqua mas a própria morte por troca pela vida perdida?
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Um pouco por todos os Distritos, o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social vem demonstrando algum trabalho.
Uns destes dias, num vespertino da Capital, 127 anúncios inseridos em 13 páginas davam conta de outras tantas “citações de credores e venda em carta fechada”, num processo de recuperação de dívidas à Segurança Social.
Será admissível (por enquanto) que nestas citações apareçam referidos apenas “arraia-miúda”, pacientemente aguardamos que não se esqueçam dos “peixões”.
Do mesmo modo que é tempo da Segurança Social passar a informar directamente os seus beneficiários activos (ou disponibilizar essa informação), dando conta dos valores de descontos entrados na S.S. e respeitantes a cada indivíduo.
Seriam evitados assim, muitos dissabores aos beneficiários e simultaneamente seriam colocados alguns escolhos à fuga a estes pagamentos.